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Em memória do Fundador


Histórias de Brasilia - abril 17, 2018

Logo após a morte de Juscelino Kubitschek, em 1976, dona Sarah teve a ideia de construir um museu para preservar a memória do marido. Ela pediu que Oscar Niemeyer fizesse o projeto e partiu atrás de financiamento para realizar a obra. O presidente Ernesto Geisel, no entanto, vetou o empreendimento, alegando que a estátua de JK e sua cobertura de concreto lembravam uma foice e um martelo, símbolos do comunismo.

Somente em 1979, já no governo Figueiredo, a construção foi liberada. O Memorial JK, inaugurado no dia 12 de setembro de 1981, recebeu, além dos objetos pessoais, os restos mortais do Fundador, que estão em um túmulo de granito preto na câmara mortuária.