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Um pedaço do Nordeste no Distrito Federal


Histórias de Brasilia - julho 19, 2017

Por volta de 1973, logo após a inauguração de Ceilândia, havia três feiras que concentravam o comércio na cidade: uma na região central, outra no lugar onde fica, atualmente, a Feira da Guariroba e mais uma na antiga Vila do Pedrosa. Para facilitar o acesso dos moradores, os feirantes decidiram reunir-se todos no centro da cidade, formando, assim a Feira Central de Ceilândia.

No início, a organização ainda era precária, com bancas que vendiam confecções, temperos, animais vivos e comidas típicas. Somente em 1984 a feira, como conhecemos hoje, foi reconhecida pelo governo e inaugurada oficialmente, logo tornando-se uma das principais atrações turísticas de Ceilândia.

Atualmente, a feira é considerada um dos maiores pontos de cultura nordestina fora da Região Nordeste, reunindo quase 500 bancas. Por ali, é possível encontrar de tudo: carnes, peixes, queijos, verduras, frutas, moda, utensílios para o lar, bolsas, sapatos e muito mais. Pratos típicos da culinária nordestina, como sarapatel, dobradinha e caldo de mocotó são especialidades por ali. Segundo sua administração, a Feira Central de Ceilândia costuma receber cerca de 11 mil visitantes a cada fim de semana.